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sábado, 16 de janeiro de 2010

Posta da Semana IV


"Uma justa Homenagem...pela coerência!"

http://www.portugaltunas.com/index.php?s=forum&forumid=1&id=29367

É esta a posta da semana...

Em duas palavras: BINGO.

Romeu Sereno

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

É um franchising, estúpido!

E em vez dessas mariquices de federações e quejandos, não podia ser antes um franchising? É que já estou a ver a cena toda…

Fornecemos:

– Traje padronizado individualmente e bandeira/estandarte com símbolo pré-desenhado
– Desconto na aquisição de instrumentos junto de fornecedor de qualidade (instruções em Inglês de Hong-Kong)
– Curso de formação musical de 2 horas creditado com avaliação (Fundo Social Europeu)
– Contactos para actuação grátis em festa académica ou em festa dos bombeiros voluntários
– Rali das tascas pré-organizado (pacote Excelsior)
– Magister incluído por três meses (pacote Excelsior)
– Fatos de pinguim para caloiros (NOVIDADEmuito giros!!)
– Inscrição no PortugalTunas com desconto de 50%
– Código da praxe validado por sargento da 6.ª Companhia de Engenharia destacada nas Berlengas durante a Guerra Colonial (2005-2008)
– Apadrinhamento garantido em cerimónia à beira-mar

E ainda oferecemos, por tuno, após aprovação no curso de formação musical...

– Barril de cerveja do nosso patrocinador oficial (2,5l)
– Emblema “eu também sou tuno” para a capa
– Conjunto quase novo de serpentinas amarelas e verdes do Carnaval carioca de 2003

Preços mediante consulta

Espectáculo!
Marcelo Trintão

terça-feira, 9 de junho de 2009

Um olhar extasiado sobre a dialéctica…

Bolas!!!Inspirado numa conversa amena!

Bom… Nem sei bem por onde começar. Vai já pelo início, pois está mais à mão.

– Ah e tal, que o vosso traje, além de foleiro, não respeita a tradição.
Manel – A tradição do nosso traje fomos nós que a inventámos, por isso baitesfodaçar.
– Mas essa tradição devia respeitar uma tradição bem mais antiga que era a da malta fixe.
Manel – Mas quem és tu para dizeres o que é fixe? Antes disso, já o Soares o tinha dito em campanha, por isso ele é que é o maior!
– Mas estamos a falar de fixe peixe ou fixe porreiro? É que se não sabes o que é um anglicismo, não tarda tou eu a cmeçar a screver em crioulo amarikano SMSiado.
Manel – eu n disse?? J’Tás a Tresler!
– Dasse! q’éssa m*rda de substantivo nominativo??? Vai mazé ler a TLEBS qué pa tinstruires, pá!
Manel – Tás-ma m’insultares-me? Olha qu’eu tou a tirar o doutoramento em engenharia de coiso com apoio do coisital.
Jaquim – Eu sugeria aos meus ilustres amigos que tivessem um pouco de elevação na discussão, em prol da capacidade de formar uma opinião esclarecida. Vá, comam lá a papinha e depois leiam os artigos sobre o assunto que eu vi publicados na Web of Knowledge.
– Ó Jaquim, cala-te lá, que eu dou conta deste gajo. Dos tenrinhos é que eu gosto…


Escolha a continuação da história e aponha nos comentários, para ver se isto ainda termina bem…

Marcelo Trintão

sexta-feira, 3 de abril de 2009

E aí está… mais uma jogada de belo recorte técnico.

Olissippo - Tuna Mista de LisboaDepois da fundação da Extudantina dos Açores (ver artigo), eis que surge mais uma tuna de academia ou de ex-tunos em Portugal.

Duas tunas de academia masculinas e duas femininas depois e, voilá, lança-se a primeira mista da academia de Lisboa. Olissippo, de seu nome, assume-se como a Tuna Mista de Lisboa. Quem falava em crise, andava a dormir.

O manifesto inicial é bonito e mostra o empenho das gentes que abraçaram a causa. Pelo que percebi, é mais um projecto lançado por enfermeiros ou futuros enfermeiros de Lisboa; que por acaso até nem gostam muito de fundar tunas… Em contas por alto, uma vintena delas já nasceu pela “mão que segura a seringa” (aqui também dá a “mão que embala o berço”)! Realmente, isso das picas dá muita pica.

Nasce em berço sagrado: na própria Sé de Lisboa. Estranho a bênção do Cardeal de Lisboa a um projecto laico, mas ainda bem que teve essa honra, pois nem a Tuna BU (*) me parece haver tido tão sacra natividade.

Como, pelos vistos, já têm gente com padrinhos de tuna (ou na tuna), presumo que o percurso até “Veterano” possa ser realizado em curto prazo; o que me parece bem, pois revela alinhamento com o mercado. É o sinal dos tempos e Bolonha não aconteceu por acaso. A não ser que tragam padrinhos de outra tuna, o que pode confirmar a actividade frenética da malta que nos trata da saúde.

Como medida de precaução, peço desculpa aos fundadores da Olissippo pelas palmaditas, mas todo o recém-nascido leva algumas. :)

De qualquer maneira, isto é tudo conversa de treinador de bancada em jeito de Velhos dos Marretas, o que retira a possibilidade de um processo em tribunal ou de uma espera à porta da tasca dos pinguins. Não me enganei, pois não? Notem que até utilizei um sorriso no parágrafo acima!!!!

Seja bem-vindo, quem vier por bem.

É favor visitar a Olissippo em http://tuna-olissippo.blogspot.com/.

Tiago Alegre

(*) Tuna do Grupo Bíblico Universitário.

P.S. Registo que também dois elementos [número actualizado em 06/04/2009] do IADE.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Problemas Técnicos Resolvidos

Devido a problemas técnicos, este cantinho esquecido da memória internáutica esteve sem actualização durante um mês inteiro! Dos outros não sei, mas o meu problema técnico foi uma preguiça dos diabos associada ao excesso de fritos da época natalícia.

Vamos a isto que o texto já está muito longo e depois não corre em todos os computadores. Como já não escrevia nada desde meio de Outubro, não sei se por nada ter para dizer, aqui vai mais uma posta de pescada, e simples pois é mais fácil de digerir.

Conclusão da última sondagem:
A malta gosta é de conversas animadas sobre confusão entre tunas, tem a mania que percebe de engenharia agroflorestal e o resto não interessa muito.

Bom ano de 2009!

Marcelo Trintão

quinta-feira, 24 de julho de 2008

É impressão minha ou isto será mesmo assim?


Tal como no cinema fantástico, nesta coisa das tunas parece-me existirem universos paralelos; algumas vezes entrecruzando-se e/ou partilhando efémeros momentos, na maioria das vezes evolucionando por caminhos singulares como uma coreografia em que os bailarinos quase por milagre não se tocam, apesar de partilharem o mesmo espaço.
Para lá de uma algo ilusória existência de referências comuns, tem-se tornado cada vez mais claro o desenvolvimento de dois reversos universos diversos*.
De um lado, as tunas mistas com os seus próprios festivais e circuitos de amizades, com as suas tunas clássicas e os seus tunos barões, com o seu próprio caldo cultural. Do outro, as masculinas** e femininas que – apesar de nada o fazer prever há uns anos – têm vindo a percorrer, se não o mesmo caminho, pelo menos a mesma rede viária e com paragens nas mesmas estações de serviço; e, naturalmente, com as suas próprias tunas clássicas, e os seus barões, festivais e amizades.
Dir-me-ão que existem muitos pontos em comum nestes dois pseudo-universos, para lá do imaginário natural do que é uma tuna. Concordo. E existir, acho que existem, mas surgem-me como cada vez menores, fugazes e estranhos. A partilha do mesmo palco sucede com bem menos frequência do que na última década do século passado e, se virmos bem as coisas, as referências comuns cingem-se, em boa parte, ao reconhecimento da autoria de algumas músicas deste nosso mundo tunal.
Por exemplo, quem é que, pertencendo desde há 5 anos a uma tuna mista, conhece os mais antigos elementos de uma masculina ou feminina da mesma academia?
E ao contrário? Não se passará exactamente a mesma coisa?
Curiosamente, isto não sucede se fizermos este exercício apenas entre tunas masculinas e femininas.
Como sei que a classificação e a qualificação das circunstâncias advêm de um artificialismo humano, na procura de um sentido e de uma ordem que, para nós, são inerentes à própria realidade, ponho algumas reservas sobre a fidelidade destes meus pensamentos.

Romeu Sereno


* Não digam mal, pois a cacofonia foi propositada.
** “Masculinas”, passe a redundância.