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sexta-feira, 27 de março de 2009

1 ano de T&T

Vão trabalhar, malandros!No passado dia 17 de Março de 2009 comemorámos um anito de trabalho árduo e construtivo em prol da elevação da tuna ao pedestal de movimento cultural de referência no desenvolvimento social e artístico da ideia de um Portugal simultaneamente contemporâneo e tradicional enquanto exemplar único de país equilibrado na consciência das massas e inovador nos conceitos produzidos pelas elites contextualizados numa procura contínua de qualidade aferida por um conjunto de indicadores susceptíveis de gerar um enquadramento potenciador de uma integração comparativa com os demais estados numa prospectiva holística de um mundo melhor.
Ou… se calhar nem por isso.

Tunos&Tunas

P.S. Esta foi a primeira posta de pescada do blog: Mensagem de Abertura

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O Início do Ano Académico na Tuna


Começa mais um ano académico e prepara-se a chegada de nova leva de caloiros fresquinhos. Na maioria das tunas, este é um período definidor do resto do ano tunístico.
Um dos motivos essenciais é, de forma clara, a assunção da inactividade de alguns membros e a entrada de outros.

Este processo, quando decorre de forma equilibrada, dá uma nova vida à tuna e contribui para o seu engrandecimento. Mesmo considerando que a inactividade dos antigos é um estado latente do qual regressam alguns mortos-vivos – não que estejam cadáveres, mas há malta que por vezes ressuscita para a vida de tuna apesar de se anunciar como morto há muito* – a entrada de novos membros é fulcral para que toda a estrutura da tuna se vá mantendo.

Poderia dizer que, em cada ano, a integração de novos membros é a “pedra de fecho” da abóbada da tuna, passe a simbologia um bocado para o pedreiro-livre. Se estiver bem colocada, aguenta a abóbada e a catedral não rui (conjugação do verbo “ruir”). No caso contrário, pode pôr em risco a estrutura que tanto tempo levou a erigir.

E se julgam que só as tunas de faculdade/instituto são afectadas por este momento anual, desenganem-se, pois as tunas de cidade/academia reformulam-se usualmente nesta altura do ano. Nem que seja por mero hábito….

Marcelo Trintão

* Lembra-me sempre aquela famosa anedota sobre o gajo que, dado como morto e enterrado em consonância, grita debaixo da terra que está vivo, ao que o coveiro acrescentando mais terra sobre o moribundo, lança o dito “Tu não estás vivo, estás é mal enterrado…”.