Mostrar mensagens com a etiqueta imaginário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta imaginário. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Agência de Encontros Tunais

Já cá ando há uns tempos, mas agora percebo que sou um menino.

O que me diriam se vos apresentasse uma lista de raparigas de uma tuna que “(…) podem ser convidadas a sair”? Calma, não se apressem, pois são quase três dezenas!

É certo que não tenho os números de telefone, mas tenho uma hiperligação para o blogue dessa tuna: http://catunaaossaltos.blogspot.com/p/quem-somos_16.html.

Reconheço: tenho a visão distorcida e o monitor do computador é de 12’’. No entanto, juro-vos: esta foi a primeira coisa a assomar-me à mente ao ver uma lista de ‘Ratas Secas’ que podem ser “convidadas a sair”...

Sem outro assunto por ora, despeço-me pois tenho de aproveitar uma oportunidade de mercado para dinamizar um portal de fotografias...

Tiago Alegre

domingo, 17 de outubro de 2010

A propósito de 25 anos...

Ora aqui está uma reprodução de um documento importantíssimo na história das tunas em Portugal! Ou talvez seja, apenas, a demonstração clara da criatividade que nos preenche quando somos novos, de sangue na guelra e queremos fazer uma coisa com pinta. Parabéns pelo quarto de século.

Marcelo Trintão


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Pavilhão Chinês

Para terminar as festas de Verão, sugiro uma visita ao bar Pavilhão Chinês, no Príncipe Real em Lisboa. A decoração leva-nos para um ambiente da primeira metade do século XX, centrado na Art Déco e torna-se estonteante para quem lá entra pela primeira vez.

Não levem a tuna atrás, pois é um local para ser aproveitado a dois, ou então com um pequeno grupo.

Como ilustração, lembro que o Pedro Abrunhosa gravou o videoclip do "Tenho o Diabo no Corpo" no Pavilhão Chinês.

E o que tem isso a ver com tunas? Para quem tem saudadinhas, sempre pode provar o cocktail "Tunas" feito de vodka, triple sec, sumo de limão e vinho do porto seco.

Bom Natal para todos, pois parece que há quinze dias já apareceu por aí a primeira referência à época natalícia!

Marlene no Arame

quinta-feira, 4 de março de 2010

Indizível


Devo estar a ficar velha, ao sair da adolescência tardia…

Eu sei que a balta é jove e que isso implica romper os limites estabelecidos. Mas tem mesmo de ser desta forma, cruzando a linha desta forma bardajona, reproduzindo os chavões badalhocos do tipo “Tuna te vens” ou “Vem-me à Tuna”?

Eu a pensar que era possível aprender com alguns erros dos que nos precederam e estava bem enganadinha. O estatuto de “Ratas Secas” para novatas deve ser mesmo o expoente máximo de, de, de… qualquer coisa indizível.

Ao menos, nas alcunhas, elevaram o nível: “buraco loiro”, “coito abandeirado”, “mammi chula”, “Cú rego bombando”, entre outras um pouco menos explícitas. E o bem que deve ficar um epíteto destes no curriculum vitae?! Lindo!

O Sá Leão ainda vai ser convidado para produzir a obra de arte “Debaixo daquelas capas”.

Isto só me faz lembrar aquelas meninas que se passam nas despedidas de solteira ao verem um berlicoque solto à frente dos olhos.

Já não há pachorra!

Marlene no Arame

P.S. Já adivinharam a quem me refiro?

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

É um franchising, estúpido!

E em vez dessas mariquices de federações e quejandos, não podia ser antes um franchising? É que já estou a ver a cena toda…

Fornecemos:

– Traje padronizado individualmente e bandeira/estandarte com símbolo pré-desenhado
– Desconto na aquisição de instrumentos junto de fornecedor de qualidade (instruções em Inglês de Hong-Kong)
– Curso de formação musical de 2 horas creditado com avaliação (Fundo Social Europeu)
– Contactos para actuação grátis em festa académica ou em festa dos bombeiros voluntários
– Rali das tascas pré-organizado (pacote Excelsior)
– Magister incluído por três meses (pacote Excelsior)
– Fatos de pinguim para caloiros (NOVIDADEmuito giros!!)
– Inscrição no PortugalTunas com desconto de 50%
– Código da praxe validado por sargento da 6.ª Companhia de Engenharia destacada nas Berlengas durante a Guerra Colonial (2005-2008)
– Apadrinhamento garantido em cerimónia à beira-mar

E ainda oferecemos, por tuno, após aprovação no curso de formação musical...

– Barril de cerveja do nosso patrocinador oficial (2,5l)
– Emblema “eu também sou tuno” para a capa
– Conjunto quase novo de serpentinas amarelas e verdes do Carnaval carioca de 2003

Preços mediante consulta

Espectáculo!
Marcelo Trintão

sexta-feira, 27 de março de 2009

1 ano de T&T

Vão trabalhar, malandros!No passado dia 17 de Março de 2009 comemorámos um anito de trabalho árduo e construtivo em prol da elevação da tuna ao pedestal de movimento cultural de referência no desenvolvimento social e artístico da ideia de um Portugal simultaneamente contemporâneo e tradicional enquanto exemplar único de país equilibrado na consciência das massas e inovador nos conceitos produzidos pelas elites contextualizados numa procura contínua de qualidade aferida por um conjunto de indicadores susceptíveis de gerar um enquadramento potenciador de uma integração comparativa com os demais estados numa prospectiva holística de um mundo melhor.
Ou… se calhar nem por isso.

Tunos&Tunas

P.S. Esta foi a primeira posta de pescada do blog: Mensagem de Abertura

segunda-feira, 24 de março de 2008

Tunos&Tunas

Para que poderá servir um blogue sobre tunos e/ou tunas?
Bom… para muitas coisas.


Em primeiro lugar, poderá servir para falar sobre aspectos históricos bem fundamentados em investigação realizada por pessoas não apenas interessadas no assunto, mas com credibilidade ganha no terreno. Ou seja, poderá contribuir para o bem-comum por via da criação de estruturas mentais colectivas organizadas que nos ajudem a enquadrar a nossa actuação no respeito pela herança comum de tunos. Para isto, existem no mercado outras ofertas, de qualidade, e não nos cabe a nós essa tarefa hercúlea e fundamental.

Uma segunda opção é a de fazer um jornal de parede a dizer mal dos tunos e das tunas, numa lógica niilista de em nada acreditar e de nada construir. Neste caso, já cá temos a maioria da comunicação social, composta por muitas pessoas com a mesma visão do mundo, para quem tudo é passível de desconstrução. E já fazem um belo papel…

Como terceira hipótese, temos a do blogue na primeira pessoa, em que discorremos sobre estas coisas do ponto de vista meramente emocional, contando como era bonita a música que toquei com o Manuel João, saboroso o presunto que comi com o José Francisco ou espectacular o ambiente da minha tuna. Estas situações já são bem relatadas em vários blogues pessoais e de várias tunas.

O que nos resta? Fica a alternativa de criar um espaço em que a memória de pequenas coisas da vida diária do tuno e da tuna não desapareça na voragem dos tempos; não com a preocupação da perspectiva histórica, mas com o intuito de mostrar o colorido de alguns momentos que, apesar de pessoais, são parte do imaginário colectivo de vários de nós. A isto se acrescentam diversas peças com pensamentos despretensiosos, visando, tão só, mostrar perspectivas que por vezes nos escapam à primeira olhadela.
Mas tudo encarado com alguma bonomia, e muito mais respeito pelo que é ser tuno ou ser tuna do que muitos julgarão nessa olhadela.

Como dizia o Pinheiro de Azevedo: “Isto é só fumaça. Calma que o Povo é sereno! O Povo é sereno!”.

Romeu Sereno