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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Posta da Semana VII

"Eia, man, bué fixe."

Caros leitores,

Finalmente, voltámos a ter um tópico do Portugal Tunas que se consegue ler com muito proveito para todos!
Direi que, até este momento, 50% das frases escritas são para emoldurar como exemplo, 20% para pensar seriamente e 30% para arquivar no sítio do costume.

Parabéns aos intervenientes, pois já andava a pensar em cortar os pulsos...

Romeu Sereno

terça-feira, 9 de março de 2010

Um bom exemplo

Estava aqui na redacção do tunos&tunas a fazer jornalismo de investigação nos comunicados da Lusa, bem diferente dessa estupidez de jornalismo de buraco de fechadura, quando me chegou o eco de uma pequenina boa nova para a reputação das tunas.

Não, meus amigos, não foi um tuno que entrou no Guiness Book por beber um fino em menos de 1,23 segundos, nem um que compôs a décima quinta música-massacre com três acordes em que ‘viela’ rima com ‘donzela’.

Falo de outra coisa. Falo da expressão de um voluntariado espontâneo, mas que, ainda assim, mereceu uma nota de rodapé num jornal da Pérola do Atlântico.

É bonito e registo aqui para que a nossa memória colectiva seja avivada por bons exemplos, nem que seja de quando em vez…

Marcelo Trintão


Gabinete do Ensino Superior ficou inundado

À semelhança da maioria dos espaços na baixa do Funchal, também o Gabinete do Ensino Superior (GES) foi invadido pela lama.

Ontem de manhã, o director do GES acompanhado por colaboradores e alguns elementos da Tuna Universitária lançaram mãos à obra, no sentido de limpar o espaço e tentar reparar, na medida do possível, os estragos causados. Ao JM, João Costa e Silva adiantou que «tivemos 30 centímetros de lama por aí adentro, que inundou praticamente todo o Gabinete». O responsável destacou a colaboração importante de todos, não deixando de registar o apoio dado pelos estudantes. «Foi fantástico. Eu estava aqui com os meus colaboradores e de repente apareceram aqui cinco jovens e estiveram aqui a ajudar e foram uma ajuda preciosa», sublinhou.

Ricardo Caldeira
in Jornal da Madeira, 24 de Fevereiro de 2010

sábado, 28 de novembro de 2009

Cogitações sobre o carcanhol

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Peço paciência aos caros leitores, mas tentarei discorrer simplificando o que me parece, apesar de tudo, complexo.

Está provado cientificamente(1) que os tunos primevos tocavam umas modinhas para saciar parte das suas necessidades. Necessidade de amor, de comes e bebes, de guitarradas e de subsídios para os transportes (o passe escolar da altura), entre outras.

Eis que surge o tema de hoje: carcanhol, pastel, pasta, cobres, trocos, pilim, bago, bagalhuço, cheta ou quaisquer outros sinónimos para pôr ao bolso.

Se aos nossos antepassados era lícito embolsar individualmente uma quantia repartida de uma actuação colectiva, tal poderá sê-lo na actualidade? Ficaríamos chocados, ou não, se víssemos um amigo bastar-se ao exercer a sua condição de tuno? E se fosse um antigo estudante a fazê-lo, seria menos lícito?

Estas cogitações já me assaltavam a mente, que não a carteira, há tempo largo. Muitos de vós dir-me-ão que as tunas já não têm existência contingencial, que já não servem para cumprir, financeiramente, esses propósitos e que, agora, são colectividades sem fins lucrativos.

Pergunto-me porque não poderão ter fins lucrativos e porque não poderão servir financeiramente para a satisfação das necessidades individuais dos seus membros. E se for a satisfação financeira plena dessas necessidades (profissionalização)?

Não tenho uma opinião claramente formada a este respeito, mas em qualquer dos extremos opinativos encontro argumentos que contrariam a memória desses nossos antepassados.

Para terminar, o que pensariam se alguém procurasse lançar uma tuna verdadeiramente profissional? Falo de uma tuna e não de um mero grupo musical travestido de bando de pinguins

Declaração de interesses: Obviamente, não pretendo lançar qualquer tuna profissional, ou coisa parecida, tão-só reflectir sobre a problemática do $ no quadro da tuna.

(1) Esta frase fica sempre bem em qualquer conversa de tasca, mormente nesta.
 
Romeu Sereno

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Tunas pela Islândia

Caros amigos,

O tunos&tunas lança aqui a campanha “Tunas pela Islândia”, em solidariedade com quem sofre pelo momento gravoso que se vive naquela ilha do Atlântico Norte.
Trajes de estudantes de universidades “desactivadas”, emblemas para a capa com publicidade à cerveja San Miguel, prémios sobrantes de festivais de tunas e músicas-massacre iguais a tantas outras podem fazer as delícias dos pobres islandeses.
Para ajudar à festa, estamos a considerar organizar um evento de tunas por todo o país, com a presença de uma grande representação das tunas islandesas. No entanto, avisamos que todos os prejuízos decorrentes da organização serão nacionalizados.
Pedimos a vossa colaboração para acudir a donzela em apuros!

Marcelo Trintão

P.S. Não serão aceites donativos em coroas islandesas, pois é pouco provável que sejam aceites na Islândia.